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Após contestação, quase três anos de obras e até incêndio, Viana tem novo canil

Após contestação, quase três anos de obras e até incêndio, Viana tem novo canil
Fotografia DR

Agência Lusa

Agência noticiosa

Publicado em 05 de abril de 2024, às 18:29

Construção sofreu atrasos devido à falta de mão de obra e de materiais de construção.

O Centro de Acolhimento Temporário de Animais de Companhia (CATAC) de Viana do Castelo, um investimento de quase 500 mil euros, começa a funcionar na segunda-feira, numa lógica de tratamento veterinário e não de alojamento prolongado, revelou fonte municipal.

O novo equipamento, que vai ser inaugurado no sábado, às 11:00, “mais do que ser um albergue pretende melhorar o serviço veterinário, para posterior adoção dos animais, entre cães e gatos”.

O projeto do CATAC foi aprovado em 2021, num investimento estimado em 370 mil euros. A construção iniciou-se em dezembro de 2021.

A conclusão do equipamento, cuja construção é contestada localmente, sofreu atrasos devido à falta de mão de obra e de materiais de construção.

Em dezembro de 2022, um incêndio destruiu grande parte do edifício e obrigou a Câmara de Viana do Castelo a investir mais 76 mil euros para reparar os estragos.

O CATAC está instalado num terreno com aproximadamente 4.070 metros quadrados, na freguesia de Cardielos, confinante com a Autoestrada 27 (autoestrada do Vale do Lima), e será gerido pela autarquia.

No átrio do edifício está instalado o balcão de atendimento, sanitários públicos, sala de reuniões e corredor para as divisões interiores.

A poente localizam-se os balneários do pessoal e uma pequena copa, bem como uma área técnica acessível pelo exterior.

Do lado nascente estão localizadas as funções de triagem médico veterinárias e de higiene animal. Na zona posterior ficam a cozinha de alimentação animal, o armazém de alimentos e material, a lavandaria e a zona técnica.

A zona de quarentena/emergência está situada a nascente do edifício principal, junto das funções médico veterinárias, sendo composta por um cela semicircular e quatro celas com condições térmicas.

O edifício principal surge no alinhamento da estrada que lhe dá acesso, sendo que a ligação ao interior do centro de acolhimento é feita pelo lado nascente, onde se localiza o estacionamento público.

Os espaços destas funções tendem a ser sequenciais, com portas entre eles para que diariamente, e principalmente em situações limite, não se perca tempo nem se cruzem funções.

Este núcleo de medicina veterinária do centro de acolhimento foi o definidor da localização do edifício de quarentena/emergência, a nascente do principal.