twitter

Ministro da Administração Interna ouviu plano de ação da CIM Alto Minho até 2030

Ministro da Administração Interna ouviu plano de ação da CIM Alto Minho até 2030
Fotografia DR

Redação

Publicado em 18 de julho de 2023, às 09:45

Autarcas apresentaram investimentos chave para o território

   O Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho reuniu com o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, para discutir diversos assuntos relacionados com a estratégia e plano ação Alto Minho 2030, segurança pública e projetos-chave de investimento no território.

A reunião, que decorreu em Arcos de Valdevez, contou ainda com a presença da secretária de Estado da Administração Interna, Isabel Oneto, da secretária de Estado da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, do presidente da ANEPC, José Duarte da Costa, e do secretário-geral do ministério da Administração Interna, Marcelo Mendonça de Carvalho. Um dos pontos da agenda de trabalho foi a apresentação da Estratégia Alto Minho 2030 e dos investimentos prioritários identificados no âmbito do seu Plano de Ação Riscos, Segurança e Proteção Civil. Assim, foi apresentado o plano de ação para a resiliência e gestão ativa do território, com destaque para a articulação e coordenação conjunta com a Federação de Bombeiros do distrito de Viana do Castelo. O objetivo é promover uma ação conjunta dos corpos de bombeiros nos próximos anos e reforçar os serviços municipais de proteção civil, garantindo as competências que lhes estão atribuídas, como recursos humanos, equipamentos, informação, formação e capacitação para a ação. Outro tema relevante abordado neste encontro foram os principais projetos chave a dinamizar no Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027, ao nível do Programa de Ação de Riscos, Segurança e Proteção Civil do Alto Minho, destacando-se a necessidade de investimento de 39 milhões de euros até 2030, numa lógica de adaptação planificada e proativa à escala intermunicipal e partilhada em três áreas chave. como planeamento e gestão de riscos à escala da paisagem, aquisição e gestão conjunta de equipamentos e qualificação e requalificação de infraestruturas.

   A segurança dos territórios também foi debatida, tendo sido analisado o possível impacto do controlo documental de pessoas nas fronteiras terrestres durante a JMJ. A par disso, foi destacada a tendência de decréscimo do número de efetivos policiais, assim como os principais indicadores associados ao nível de criminalidade no Alto Minho. Por fim, foi ainda enfatizada a necessidade de acompanhar a população idosas do Alto Minho.