Neste sentido, escreveu a 3.150 escolas de todos os níveis de ensino, públicos e privados, incluindo conservatórios e escolas profissionais, de acordo com a informação hoje divulgada.
A Amnistia defende que a participação nesta greve se enquadra no exercício do direito de liberdade de expressão e reunião, “um direito fundamental que a todos assiste”.
Na carta, assinada pelo secretário-geral da organização, Kumi Naidoo, pode ler-se que o direito a um planeta habitável é “como o Artigo Zero dos direitos humanos”.
A Amnistia entende, assim, que a participação de crianças e jovens na greve às aulas e nas iniciativas associadas a esta causa não devem ser limitadas e apela a todas as comunidades educativas para se mobilizarem numa ação cívica de combate às alterações climáticas.
Três organizações sindicais entregaram pré-avisos de greve para sexta-feira, entre as quais a maior organização sindical de professores, Fenprof, e o mais recente sindicato do setor, STOP.
Autor: Lusa