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Presidente da República começa hoje a ouvir os partidos sobre a situação do país

Presidente da República começa hoje a ouvir os partidos sobre a situação do país
Fotografia Lusa

Agência Lusa

Agência noticiosa

Publicado em 14 de julho de 2023, às 08:45

O Presidente da República vai começar hoje à tarde a ouvir os partidos com assento parlamentar sobre a situação económica, social e política do país e o balanço que fazem da sessão legislativa.

 

Marcelo Rebelo de Sousa irá receber os partidos no Palácio de Belém, em Lisboa, por ordem crescente de representação parlamentar, começando pelo Livre, às 14:30, e seguindo-se PAN, às 15:30, Bloco de Esquerda, às 16:30, e PCP, às 17:30.

As audiências prosseguirão na segunda-feira, com os restantes partidos representados na Assembleia da República: Iniciativa Liberal, às 17:00, Chega, às 18:00, PSD, às 19:00, e PS, às 20:00.

Em 25 de maio, durante uma visita à Feira do Livro de Lisboa, o chefe de Estado anunciou que iria ouvir os partidos com assento parlamentar em julho "para fazer o balanço da sessão legislativa" e para os ouvir "sobre a situação económica, social e política", audiências a que atribuiu um caráter habitual, observando que já não os ouvia "há meses".

O Presidente da República acrescentou que, "depois, perto do final de julho", iria reunir o Conselho de Estado "sobre a situação portuguesa".

Relativamente às audiências aos partidos, disse que a sua intenção era ouvi-los sobre "tudo o que é trabalho do parlamento e tudo o que é a análise da situação política".

Numa altura em que os trabalhos parlamentares "já estão no fim, e tudo aquilo que tem sido objeto de debate no parlamento – leis, comissões de inquérito –, tudo isso já chegou ao fim", será possível fazer uma análise "com um distanciamento apreciável", considerou.

As audiências aos partidos vão começar precisamente no dia seguinte à discussão e votação na Comissão Parlamentar de Inquérito à Tutela Política da Gestão da TAP do respetivo relatório e propostas de alteração apresentadas pelos partidos.

Quanto à reunião do Conselho de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa indicou que deveria acontecer depois do debate sobre o estado da nação na Assembleia da República, que está marcado para 20 de julho.