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Marcelo condena ataques russos contra alvos civis incluindo crianças na Ucrânia

Marcelo condena ataques russos contra alvos civis incluindo crianças na Ucrânia
Fotografia DR

Agência Lusa

Agência noticiosa

Publicado em 09 de julho de 2024, às 18:16

Presidente da República considerou a ofensiva chocante

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condenou hoje ataques russos contra alvos civis na Ucrânia, incluindo crianças, que considerou chocantes, referindo que são graves violações do direito internacional.

Esta posição consta de uma mensagem publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, através da qual "Marcelo Rebelo de Sousa reitera o compromisso inabalável de Portugal para com a soberania e integridade territorial da Ucrânia".

"O Presidente da República, em consonância com o Governo, condena com veemência os ataques russos a Kiev e outras regiões da Ucrânia, que atingiram, entre outros alvos civis, o maior hospital pediátrico ucraniano, causando dezenas de vítimas mortais e inúmeros feridos", lê-se na nota.

O chefe de Estado português afirma que "ataques contra infraestruturas civis como hospitais, e ataques a crianças, são chocantes e constituem graves violações do direito humanitário internacional".

Marcelo Rebelo de Sousa envia "uma mensagem de solidariedade a todo o povo ucraniano e, em particular, aos familiares das vítimas desta tragédia, bem como votos de rápidas melhoras a todos os feridos".

Na segunda-feira, forças russas dispararam cerca de 40 mísseis contra várias cidades ucranianas, matando 38 pessoas e ferindo cerca de 190, segundo um relatório oficial divulgado pelo Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

O Conselho de Segurança das Organização das Nações Unidas (ONU) vai realizar hoje uma reunião de emergência sobre a Ucrânia, após o ataque russo a um hospital pediátrico em Kiev, anunciou um porta-voz da ONU.

A representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos na Ucrânia, Danielle Bell, descreveu o ataque de segunda-feira como "um dos mais graves” a que se assistiu "desde o início da invasão em grande escala da Rússia" na Ucrânia, em fevereiro de 2022.