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Conselho de Justiça da FPF julga improcedente protesto de jogo do FC Porto

Conselho de Justiça da FPF julga improcedente protesto de jogo do FC Porto
Fotografia DR

Agência Lusa

Agência noticiosa

Publicado em 24 de outubro de 2023, às 19:07

Turma portista empatou, a uma bola, no seu estádio, com a turma arouquense, que sofreu o golo da igualdade aos 119 minutos.

O Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) julgou como improcedente o protesto do FC Porto, que visava a repetição do encontro diante do Arouca, da quarta jornada da I Liga, que terminou empatado 1-1.

De acordo com o acórdão divulgado hoje através do sítio oficial da FPF na Internet, que está datado de 19 de outubro, o órgão federativo determinou “a não anulação do jogo e a sua não repetição”, opondo-se à tese defendida pelos ‘dragões’, que tinham apresentado uma solicitação igual aos delegados da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).

Em 03 de setembro, após a igualdade na receção ao Arouca, o FC Porto anunciou, em comunicado, que ia protestar esse desafio, devido à atuação do árbitro Miguel Nogueira durante a reversão de uma grande penalidade assinalada por falta sobre Mehdi Taremi.

Alertado pela equipa de videoarbitragem (VAR) para conferir as imagens do lance, que aconteceu aos 90+6 minutos, quando os visitantes venciam por 1-0, o ‘juiz’ deparou-se com alegadas dificuldades técnicas, contactou via telefónica Rui Oliveira, o VAR da partida, e chamou os treinadores de cada equipa para transmitir a sua decisão final.

“Essa ação de Miguel Nogueira constitui uma violação das regras de jogo e um erro de direito com potencial impacto grave no desfecho do jogo”, referiu, na altura, o FC Porto.

No acórdão, o CJ da FPF reconhece que Miguel Nogueira “não violou os objetivos e os princípios do VAR nem as leis de jogo”, descartando que houvesse “erro de arbitragem”.

Em causa esteve, de acordo com o Conselho de Arbitragem (CA) da FPF, uma falha de energia do VAR entre os 87 e os 90+11 minutos da partida, tendo o respetivo suporte de reserva ficado esgotado, versão reforçada pela Altice, mas negada pela FC Porto SAD.

Em 04 de setembro, no dia seguinte ao duelo, a LPFP informou que ia pedir ao Conselho de Disciplina (CD) federativo a instauração de um processo de inquérito a esse ‘apagão’ de 14 minutos do sistema de videoarbitragem verificado no Estádio do Dragão, no Porto.

Depois desse episódio, o FC Porto dispôs de mais uma grande penalidade, que o luso-brasileiro Galeno desperdiçou, aos 90+15 minutos, com o brasileiro Evanilson a repor a igualdade, aos 90+19, após o espanhol Cristo González ter adiantado o Arouca, aos 84.