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Vitória SC apresentou lucro de 6,4 milhões

Vitória SC apresentou lucro de 6,4 milhões
Fotografia Vitória SC

Redação

Agência Lusa

Agência noticiosa

Publicado em 01 de outubro de 2023, às 10:24

Depois de 13,7 de prejuízo em 2021/22.

O Vitória de Guimarães teve na temporada 2022/23 um lucro de 6,4 milhões de euros (ME) na atividade do clube e da SAD.

Responsável pelo futebol profissional e pela maioria do futebol de formação, a SAD concluiu a época com um resultado positivo de 1,74 ME - após ter encerrado 2021/22 com um prejuízo de 13,7 ME -, mostra o documento que será votado na assembleia geral de 6 de outubro.

A melhoria do resultado financeiro da SAD dá-se após um aumento das vendas e serviços prestados, dos 11,2 ME para os 13,2 ME, e da rubrica “outros rendimentos e ganhos”, cujo valor quase duplicou dos 12,1 ME para os 23,8 ME.

Desses 23,8 ME, 22,6 ME provêm das transferências dos defesas Falaye Sacko e Abdul Mumin, dos médios Gui e André Almeida, e dos avançados Rochinha, Herculano Nabian e Bruno Duarte, no início da época 2022/23, e do defesa Ibrahima Bamba, do médio Janvier e do ponta de lança Anderson no final da época transata.

Já o clube, encarregue de outras 13 modalidades desportivas, alcançou um lucro de 4,63 ME após um resultado negativo de 312 mil euros em 2021/22, variação influenciada pela venda de ações da SAD ao fundo V Sports por 5,5 ME, aprovada em 3 de março, em assembleia geral, que inicialmente foi de 46% das ações antes de descer para os 29% no final de junho.

As contas consolidadas de clube e SAD mostram que os rendimentos totais cresceram 79%, dos 25,92 ME para os 45,47 ME, enquanto os gastos totais desceram 4,2%, dos 29,41 ME para os 28,15 ME.

Já o capital próprio agregado do clube e da SAD do Vitória de Guimarães aumentou dos 4,3 ME para os 10 ME, tendo acompanhado a subida do ativo dos 62,2 ME para os 68,3 ME.

O passivo, por seu turno, aumentou dos 57,9 ME para os 58,3 ME, pertencendo quase todo à SAD (53 ME), embora o passivo corrente, que, por norma, engloba todas as obrigações financeiras a cumprir no prazo de um ano, tenha descido dos 36,7 ME para os 31,7 ME.