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Risco elevado de incêndio em todo o distrito

Risco elevado de incêndio em todo o distrito
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Publicado em 03 de agosto de 2020, às 10:48

Em risco máximo estão, em todo o país, mais de 60 concelhos do interior Norte e Centro e do Algarve.

O distrito de Braga é um dos que se encontra hoje em risco elevado de incêndio, dadas as elevadas temperaturas, juntando-se assim aos de Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa, Setúbal, Portalegre, Évora, Beja e Faro, segundo o IPMA. Em risco máximo estão, em todo o país, mais de 60 concelhos do interior Norte e Centro e do Algarve, prevendo-se vento forte nas terras altas. Por causa do "significativo agravamento do risco de incêndio rural", o Governo decretou no domingo a situação de alerta em Portugal continental, que se mantém até às 23:59 de terça-feira e prevê a proibição de queimadas e o uso de fogo-de-artifício ou de qualquer outra pirotecnia, assim como o acesso e a circulação em espaços florestais "previamente definidos nos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios". A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) colocou também no domingo os distritos de Santarém e Faro em alerta de prontidão de nível vermelho e em alerta laranja quase todo o restante território, à exceção dos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo, que estão em alerta amarelo. Estes estados de alerta especiais determinam o grau de prontidão de resposta dos meios de combate à incêndios. Quanto ao risco de incêndio definido pelo IPMA, que é calculado a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas, será hoje máximo em mais de 60 concelhos dos distritos de Bragança, Vila Real, Viseu, Guarda, Portalegre, Castelo Branco, Leiria, Santarém e Faro. O IPMA prevê para hoje vento forte de noroeste com rajadas no litoral oeste e nas terras altas do Centro e Sul. As temperaturas máximas vão variar entre os 23º (Porto e Aveiro) e os 34º (Faro, Beja e Castelo Branco) e as mínimas entre os 14º (Braga, Viseu e Coimbra) e os 21º (Faro).
Autor: Rita Cunha/Lusa