À margem da greve, que se prolongará por vários dias, em horários diferentes, Vítor Martins, funcionário da PJ, explicou que «várias motivações» estão na sua base. Desde logo o facto de a lei orgânica não sofrer qualquer alteração desde «há muitos anos».Por outro lado, a falta de meios humanos. No caso em concreto de Braga, explicou que, durante este ano e no próximo, está prevista a saída de nove colegas, desconhecendo-se quantos irão entrar para os substituir. A isto, junta-se uma luta por melhores meios para trabalhar, como é o caso dos viaturas de serviço que, segundo o funcionário, já são bastante antigas e não se encontram nas melhores condições. O edifício, já antigo e com poucas acessibilidades, e o sistema informático já desatualizado são outras das queixas apontadas. [Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]
Autor: Rita Cunha