Catrapum, ouviu-se. E no campo que vossas mercês observam, viu-se a senhora idosa estatelada na calçada, com um hematoma a brotar da fronte, e os populares a acudirem, solícitos, à desamparada queda. Dizem muitos e juram outros tantos que, pela “estética” imposta ao piso do Campo da Vinha, que delimita espaços com salientes “mamarrachos” de ferro ferrugento, acima e abaixo do nível dos cubos de granito, aquilo do “catrapum” tem muito eco. E vai mais um “catrapum” e pum, pum, pum, pum a toda a hora.
Para evitar males maiores que “batatas” na testa, solicita-se aos senhores mandantes que nivelem a calçada, porque estética sem função é desfuncional. Ou então... boa bai ela!
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O campo do “catrapum”...
1 abril 2019