Fotografia: Avelino Lima

Escola Ciência Viva inaugurada com o entusiasmo do ensino diferenciado

A aula inaugural decorreu esta manhã, no espaço do Centro de Ciência Viva de Braga.

Diana Carvalho
23 Jan 2023

O Centro de Ciência Viva de Braga inaugurou esta manhã o projeto Escola Ciência Viva. A aula inaugural decorreu entre as 9h00 e as 12h30 e contou com uma visita da vereadora da Educação do Município de Braga, Carla Sepúlveda.

O entusiasmo reinava ontem de manhã nas 23 crianças da turma do quarto ano da Escola de Merelim São Paio, enquanto ouviam a aula inaugural da Escola Ciência Viva, que teve como temática a matemática e a inteligência artificial. Esta foi o primeiro dia de uma semana de aulas no novo projeto do Centro de Ciência Viva de Braga para esta turma, que termuninou com a criação de um novo filtro para fotografias.

Para além dos alunos de Merelim São Paio, vão ainda passar por estas aulas, até ao mês de junho, outras 12 turmas dos vários agrupamentos de escolas do concelho. Como num dia de escola normal, entram no Centro de Ciência Viva de Braga pelas 9h00, almoçam no mesmo espaço e regressamà respetiva escola às 16h00, durante uma semana. Nas aulas, vão ser realizadas atividades como imprimir em 3D, programar e controlar pequenos robots, criar mecanismos, explorar o mundo natural visível e invisível, compreender a natureza e reconhecer a importância da sustentabilidade, explorar o espaço e realizar experiências num laboratório.

Para o diretor do Centro de Ciência Viva de Braga, João Vieira, o projeto «pretende fazer com que a ciência seja vista de uma forma diferente, ou seja, motivar estas crianças para uma aprendizagem diferenciada». «Já percebemos que eles estão muito motivados e ficam obviamente entusiasmados com este tipo de questões. Vão falar de temáticas que normalmente na escola não falam, mas que transmitem conhecimentos do seu dia a dia e que aqui nos mostram como é que eles se aplicam na realidade», acrescenta.

Carla Sepúlveda frisa que esta é «uma grande aposta» que tem como objetivo «ter um ensino diferenciado na cidade e proporcionar efetivamente a todos os jovens saírem da zona de conforto da escola dita tradicional e virem experienciar todos estes projetos que têm ao alcance e que vão obviamente fazer deles pessoas diferentes agora e no futuro». «E vão conseguir despertar para outras áreas que, na escola, sem estas experiências práticas, com certeza não iriam conseguir», conclui.





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