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Câmara de Montalegre «orgulhosa» por voltar a receber o Mundial de Ralicrosse

A ronda lusa será a quinta de oito provas anunciadas, a realizar em 26 e 27 de agosto no circuito situado no ‘sopé’ da serra do Larouco, em Montalegre, de acordo com o calendário divulgado pela FIA esta quinta-feira em Bolonha, Itália.

Pedro Vieira da Silva / Lusa
9 Dez 2022

A presidente da Câmara Municipal de Montalegre, Fátima Fernandes, mostrou-se hoje “orgulhosa” por o seu município acolher mais uma etapa do Mundial de Ralicrosse em 2023 e por esta ser em agosto, o que considera “garantia de sucesso absoluto”.

“É um motivo de orgulho. Mais um ano em que Montalegre vai ser a ‘meca’ do ralicrosse mundial. Vamos poder ver os grandes pilotos desta modalidade, o que é sempre uma alegria para todos os aficionados”, frisou a autarca, a propósito da manutenção da prova portuguesa no Mundial de Ralicrosse em 2023.

Para a autarca, o facto de a etapa portuguesa se realizar no mês de agosto “é garantia de sucesso absoluto”, não só pela “vantagem de perspetivar bom tempo”, como pelo facto de “os emigrantes poderem, finalmente, ver a grandiosidade que envolve um evento desta natureza”.

“É fabuloso que esta prova, verdadeiramente única no país, se realize no mês de agosto. Havendo tantos países a disputá-la e tantos aficionados, em especial, na Galiza e, também, no norte de Portugal, é muito bom ter sido marcada para o mês de agosto”, vincou a autarca, garantindo que o município está “preparado” para receber “milhares de pessoas”.

A par da enchente esperada, Fátima Fernandes destacou a importância da prova para a economia local e regional, avançando que os alojamentos já começaram a receber reservas para agosto de 2023.

“[O ralicrosse] dá muita visibilidade ao concelho, mas não só. Os hotéis e os alojamentos locais já começam a estar reservados. Sendo certo que Montalegre não tem capacidade para alojar todas as pessoas, toda a região vai beneficiar com esta prova”, reiterou.

Quanto a obras e investimentos previstos, a autarca adiantou que serão necessárias “pequenas afinações” relacionadas “com a própria pista, com a vedação” e “outro tipo de segurança” exigidas “todos os anos pela FIA [Federação Internacional do Automóvel]”.

“Os grandes investimentos já estão feitos. O investimento [para a prova] já estava equacionado no orçamento [municipal]. Toda a organização, em parceria com o Clube Automóvel de Vila Real (CAVR), envolve cerca de 200 a 250 mil euros”, avançou Fátima Fernandes.

A ronda lusa será a quinta de oito provas anunciadas, a realizar em 26 e 27 de agosto no circuito situado no ‘sopé’ da serra do Larouco, em Montalegre, de acordo com o calendário divulgado pela FIA esta quinta-feira em Bolonha, Itália.

Na mesma reunião, o Conselho Mundial da FIA atualizou o formato da competição, com quatro mangas com cinco carros cada e meias-finais com seis participantes.





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