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APCG quer escola de formação e medalhas a nível nacional no boccia

Associação vimaranense quer colocar um atleta na seleção nacional e também nos Jogos Paralímpicos em 2024 ou 2028.

Luís Filipe Silva
18 Nov 2022

A Associação de Paralisia Cerebral de Guimarães [APCG] mantém bem viva a sua aposta no boccia. A instituição vimaranense apresentou ontem a sua equipa para 2022/23, composta por Cristiana Marques e Miguel Gomes e deu a conhecer também os seus objetivos que passam por criar uma escola de formação e colocar os seus atletas a lutar por medalhas nos campeonatos nacionais.

Outra meta que norteia o trabalho de todos na APCG é colocar um atleta na seleção nacional e também nos Jogos Paralímpicos em 2024 ou 2028.

Cláudia Esteves, diretora da APCG, justificou esta aposta no Boccia para mostrar a todos que «um diagnóstico não é uma sentença de vida» e que a modalidade desenvolve nos atletas « a autonomia física, o desenvolvimento motor, trabalho em equipa e também aresponsabilidade», sendo igualmente uma «alavanca para uma vida mais ativa».

A aposta numa escola de formação de Boccia tem também como objetivo «sensibilizar» as camadas mais jovens para o desporto, «especialmente as que têm este diagnóstico».

«Queremos criar uma escola da Boccia na instituição porque se olharmos para a média de idades nos campeonatos nacionais é preocupante o que vemos. Queremos também ter pelo menos um atleta na élite e na seleção nacional e temos o sonho de colocar um atleta nos Jogos Paralímpicos».

A equipa de Boccia vai contar com as prestações dos atletas: Cristiana Marques, eleita atleta do ano em Desporto Adaptado em Guimarães, e Miguel Gomes, que serão treinados por Tiago Moura nas provas nacionais.





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