Fotografia: DM

SP Arcos venceu FC Amares apagado

O único remate com perigo dos locais sucedeu em cima do minuto 45, com Gustinho, de livre, a atirar por cima da barra.

Pedro Vieira da Silva
13 Nov 2022

O SP Arcos somou, ontem, a terceira vitória consecutiva em “casa” – a turma agora treinada por Paulo Silva joga em Cunha, no Campo da Longra –, tendo batido, com justiça, o FC Amares, de Nélson Martinho, que fez uma exibição apagada e pode hoje ser ultrapassado por Vieira SC e Santa Maria FC, terceiros e quartos colocados, respetivamente, da série A da Pró-Nacional da AF Braga.

As duas equipas apresentaram-se em campo com sistemas diferentes – o SP Arcos no habitual 4x3x3 o FC Amares num 4x4x2, com Branco a jogar ao lado do experiente Tanela no eixo ofensivo – e, nos primeiros minutos, percebeu-se facilmente que a estratégia dos comandados por Paulo Silva passava por “encurtar” o campo, já de si de dimensões reduzidas, procurando, assim, impedir que o futebol dos amarenses fluísse e, ao mesmo tempo, recuperar bolas em zonas altas.

E foi assim que surgiu o primeiro da tarde, com Leitão a recuperar a bola e a isolar Tifas que, com classe, fez o 1-0.

Podia pensar-se que o golo “acordaria” a turma amarense mas tal não sucedeu, tendo Tifas, em duas ocasiões, desperdiçado soberanas oportunidades para ampliar a vantagem.

O único remate com perigo dos locais sucedeu em cima do minuto 45, com Gustinho, de livre, a atirar por cima da barra.

A segunda também pertenceu, quase sempre, aos locais, que ampliaram a vantagem com um golo de Carlinhos que, diga-se, pareceu tirado a “papel químico” do primeiro.

O FC Amares, mais com o coração do que com a cabeça, que se queixou de duas faltas na área que, na opinião dos amarenses, deveriam ter dado a origem a grandes penalidades, criou, já nos minutos finais, duas situações: na primeira, Tanela, viu Pedro, com uma defesa fantástica, impedir o 2-1; na segunda, Noé, isolado, também não teve arte nem engenho para fazer abanar as redes contrárias.

A vitória do SP Arcos – Filipe Silva soma três vitórias caseiras e igual número de derrotas nos jogos fora – pareceu justa, devido ao domínio que exerceu, à forma como defendeu e, ainda, pela forma como lidou com as lesões de Tiago (sofreu grave lesão no joelho e foi transportado, de ambulância, ao hospital) e Vítor (deixou o jogo aos 38 minutos).





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