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Sé, Cividade e S. João do Souto evocam memória do cónego Veloso

As pessoas que necessitarem de transporte deverão inscrever-se na sacristia da igreja do Pópulo ou na receção do Patronato de Nossa Senhora da Torre.

Redação
13 Nov 2022

A Comunidade Interparoquial da Sé, Cividade e S. João do Souto, arciprestado de Braga, vai evocar a memória do cónego Manuel de Oliveira Veloso, na passagem do décimo aniversário do seu falecimento, terça-feira, dia 15 de novembro, numa eucaristia, às 21h00, na igreja do Pópulo.

No sábado, dia 19, a mesma comunidade interparoquial promove uma rumagem à terranatal do sacerdote, Calendário, Vila Nova de Famalicão, onde está sepultado.  Haverá a celebração da Eucaristia, às 16h00, seguida de visita ao cemitério local com um momento de oração e deposição de uma coroa de flores.

A saída da igreja do Pópulo está prevista às 15h00.

As pessoas que necessitarem de transporte deverão inscrever-se na sacristia da igreja do Pópulo ou na receção do Patronato de Nossa Senhora da Torre.

Nestas duas evocações, pela ocasião da passagem do décimo aniversário do falecimento do antigo pároco da Sé e no contexto do “Dia mundial do pobre”, a Comunidade Interparoquial da Sé, S. João do Souto e Cividade terá oportunidade de «louvar e bendizer e agradecer ao Bom Pastor e Senhor da vida por aquele servidor e pastor, que deixou o legado da simplicidade, do espírito de pobreza e de nobreza na vida, na celebração da fé, na comunicação e na partilha», refere o cónego Manuel Joaquim da Costa, pároco da Sé, Cividade e S. João do Souto.

O cónego Veloso serviu a paróquia da Sé de 1962 a 1995.

«O seu zelo de servidor fez-se sentir no dia a dia da vida paroquial, com especial atenção à catequese, à vida celebrativa e litúrgica, aos movimentos apostólicos, desde a Legião de Maria, à Liga Eucarística, à Conferência Vicentina, ao Movimento Shalom», recorda o cónego Manuel Joaquim da Costa.

 Também com a colaboração do sacerdote teve origem, nas instalações do Patronato de Nossa Senhora da Torre, a Equipa Espiral, voltada para a dimensão recreativa e cultural.

O Patronato de Nossa Senhora da Torre teve, sob a sua orientação, um «papel determinante» para muitas famílias, crianças e jovens.

«Foi marcante toda a sua dedicação à população em geral, mas sobretudo aos mais pobres. A Casa de Fão e a organização anual das “colónias de férias” marcaram positiva e definitivamente a vida de muita gente da paróquia e da cidade», lembra ainda o cónego Manuel Joaquim da Costa.





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