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Mundial 2022. Quim reconhece qualidade lusa, mas rejeita obrigação de passar

A equipa das ‘quinas’ inicia a participação no Grupo H do Mundial de 2022 em 24 de novembro.

Agência Lusa
13 Nov 2022

O antigo guarda-redes Quim rejeita que Portugal esteja obrigado a passar aos oitavos de final do Mundial de futebol de 2022, apesar de reconhecer qualidade ao grupo liderado por Fernando Santos.

“Tudo pode acontecer. Acredito que temos de ter confiança, temos valor para passar esta fase de grupos. Não é uma obrigação, mas ter a noção de que de temos qualidade para lá estar”, disse à agência Lusa o internacional luso.

O guarda-redes, que celebra este domingo 47 anos, e ao longo da carreira representou Sporting de Braga, Benfica e Desportivo das Aves, lembrou que “hoje em dia o futebol não é fácil, não há jogos fáceis, nem dados adquiridos”, pelo que, apesar de “toda a gente poder ver Portugal com a obrigação de estar nos oitavos de final”, no final poderá “não ser bem assim”.

“Acima de tudo, acredito que vão ser jogos equilibrados. Penso que o principal objetivo, nesta primeira fase, é passar a fase de grupos. Além de serem seleções que não conhecemos, em termos de jogadores e individualmente, acredito que são seleções que vão dar muito trabalho à nossa seleção. Temos de estar preparados para todos juntos tentar vencer jogo a jogo”, expressou.

Caso Portugal consiga superar a fase das ‘poules’, será um “mata-mata” nas eliminatórias seguintes, segundo Quim, que vê Portugal a chegar “muito longe” na prova, na qual “tudo é possível”.

“Depois de passar, é um mata-mata e depende muito de quem possa calhar. Acredito que poderemos chegar muito longe. Será difícil sermos campeões do mundo, mas tudo é possível. Não acreditámos que no Europeu em França poderíamos vencer e conseguimos. Valores temos, qualidade temos e jogadores que podem decidir um jogo a qualquer momento é lógico que temos”, terminou.

A equipa das ‘quinas’ inicia a participação no Grupo H do Mundial de 2022 em 24 de novembro, com o Gana, seguindo-se, quatro dias depois, o Uruguai, antes do confronto com a Coreia do Sul, de Paulo Bento, em 2 de dezembro.





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