Fotografia: DM

Militares portugueses envolvidos nos novos conflitos não podem ser esquecidos como os do passado

A sessão de celebração do 104.º aniversário do armistício da Grande Guerra decorreu no Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa perante vários convidados.

José Carlos Ferreira
11 Nov 2022

O presidente do Núcleo de Braga da Liga dos Combatentes defendeu, ontem, que os soldados portugueses que integram, nos dias de hoje, as missões de paz em vários pontos do mundo não podem ser esquecidos como o foram os militares da Grande Guerra e da Guerra Colonial.

O coronel António Manuel Estudante Mendes de Oliveira sublinhou que, de 1991 a 2022 são muitos os militares portugueses envolvidos em operações de manutenção de paz, missões humanitárias, em cenários tão diversos como o Iraque, Afeganistão, Balcãs e República Centro Africana. «Estes militares, mulheres e homens, não podem cair no esquecimento como aconteceu com os combatentes da Grande Guerra e do Ultramar», salientou.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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