Fotografia: DM

Nova diretora dos Museus D. Diogo e Biscainhos promete ser reformista e não revolucionária

A sessão decorreu no Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa perante vários convidados.

José Carlos Ferreira
4 Nov 2022

A nova diretora dos Museus de Arqueologia D. Diogo de Sousa e dos Biscainhos, Alexandra Lima, garantiu ontem ser mais reformista do que revolucionária, realçando que a sua primeira preocupação será conhecer muito bem os dois projetos, para depois «manter tudo aquilo que funciona bem e procurar alterar aquilo que concluir que é necessário alterar». A linha de atuação foi traçada ontem na sessão de início de funções que contou com a presença de Isabel Silva, que deixa os cargos por não se ter candidatado, e da diretora Regional de Cultura do Norte, Laura Castro. Na sua intervenção, Alexandra Lima disse que irá trabalhar em equipa, realçando que nesta equipa inclui, não só quem integra os dois museus, mas também todas as pessoas, entidades e organizações do exterior que são partes interessadas neste processo. «Com isto sabemos que se fala em escolas, falamos na universidade, falamos nos municípios, falamos naturalmente nos mecenas» e «todas as entidades como associações, fundações e pessoas individuais, quer sejam investigadores ou artistas, disse.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho] 





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