Fotografia: Avelino Lima

«Não acredito numa construção de oposição feita à distância»

Presidente da concelhia de Braga do PS quer mudanças quanto ao trabalho de debate, de acompanhamento e de preparação.

Rita Cunha
20 Out 2022

A proximidade é uma das medidas centrais que esteve na base da candidatura de Pedro Sousa à concelhia de Braga e é nesta premissa que pretende assentar o seu trabalho de agora em diante. Até porque, segundo deu nota, é precisamente esta proximidade que tem andado ausente na atual liderança da oposição, a cargo do vereador Hugo Pires e candidato pelo partido às Autárquicas de 2021. Quando questionado sobre o que terá faltado ao PS no trabalho que fez e tem feito na oposição ao Executivo da Câmara de Braga, Pedro Sousa não poupou críticas. «O PS, com os atuais representantes e que durante alguns anos ganharam a Comissão Política, nomeadamente o primeiro eleito na Câmara Municipal, têm tergiversado muito sobre aquilo que é o PS. A forma como eu já vi, em 2021 por exemplo, diabolizar-se o património político de desenvolvimento e de progresso que a governação do PS trouxe a Braga e agora, mais recentemente, na apresentação da candidatura do nosso adversário interno, e a forma como em 2021, com a escolha de um independente para coordenar o programa eleitoral, mais tarde incluído na lista à Câmara, veio destratar, destruir, diabolizar o património político de desenvolvimento de alguém que manifestamente não conhece o seu concelho até porque não vive em Braga e só cá vem de passagem…», começou por referir, considerando ser este «um dos problemas fundamentais de como o PS se tem comportado em Braga», o «ziguezaguear entre se estamos ou não bem com a integralidade da nossa história».

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho] 





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