Fotografia: Avelino Lima

Augusto Canário defende necessidade de um estudo rigoroso dos cantares ao desafio

Augusto Canário esteve presente no regresso do “Música em Conversa”.

José Carlos Ferreira
20 Out 2022

A paixão pela música tradicional portuguesa, nomeadamente pelo fado e pelo folclore, que o pai nutria, ainda hoje está vincada na memória de Augusto Canário, que admite ter sido essencial na sua formação e naquilo que ele é hoje.

Foi o pai que, segundo vinca, tinha uma voz maravilhosa, que se distinguia quando cantava, que lhe ofereceu o seu primeiro instrumento. O pai, recorda, foi ao Porto e comprou uma viola para cada um dos três filhos, com a qual Augusto Canário tocou no Seminário dos Carmelitas Descalços, onde entrou com 11 anos, para fugir da Guerra do Ultramar, onde formou um grupo, ganhou um festival com uma canção sua, e de onde foi expulso por ter ido ver o filme “O último Tango em Paris”.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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