Fotografia: Avelino Lima

Universidade forma as novas gerações que garantem um futuro mais humanizado, diz João Duque

O presidente do Centro Regional de Braga da Universidade Católica afirma que a instituição tutelada pela Igreja Católica tem a sua razão de ser sociedade.

Joaquim Martins Fernandes
16 Out 2022

O Pró-Reitor da Universidade Católica Portuguesa (UCP), João Manuel Duque, apontou ontem a formação de pessoas com competências para construir um mundo mais humanista como sendo um dos objetivos centrais da universidade da Igreja. 

«O nosso objetivo como Universidade reside em formar as novas gerações para um futuro que possa ser mais humanizado e mais responsável pelo mundo que nos toca viver», disse João Manuel Duque. 

Falando na cerimónia oficial da bênção e entrega dos diplomas aos alunos finalistas do ano letivo 2021-2022, o também presidente do Centro Regional de Braga da UCP deixou claro que a instituição tutelada pela Igreja Católica tem a sua razão de ser sociedade, pelo que o acesso à formação ministrada na UCP também deve ser visto pelos alunos com uma forte consciência da responsabilidade social. 

«É claro que aquilo que em conjunto vamos realizando não se destina nós mesmos, como universidade nem é conseguido apenas por nós. Existimos para prestar um serviço ao contexto social em que nos inserimos, o qual é parte de um contexto mais vasto, como humanidade e mesmo como Planeta», destacou João Duque, deixando claro que «sem esse horizonte de serviço», a existência da Universidade Católica «não faz qualquer sentido». 

Manifestando a convicção de que a escola de serviço que caracteriza a Universidade Católica, o Pró-Reitor expressou a «confiança» nas «capacidades» e na «formação» dos novos diplomados para «contribuir muito positivamente para o futuro do nosso mundo». 

«Temos a certeza de que, com a vossa passagem pela Universidade Católica, sois detentores de ferramentas suficientes, incluindo hábitos e vontade firme, para fazer frente a todas as futuras exigências», vincou este responsável, lembrando que um diploma «nunca é um ponto de chegada definitivo», mas antes o ponto de partida para uma nova etapa.

Diploma abre novas portas à profissão e à realização pessoal

A vice-Reitora da Universidade Católica Portuguesa (UCP), Isabel Vasconcelos, afirmou ontem que a formação de nível superior ministrada na UCP não se preocupa apenas com a vertente da carreira profissional, mas também se estende à área da realização pessoal dos alunos.

«Um diploma é um passaporte que abre portas a nível profissional e abre a possibilidade de realização pessoal», disse Isabel Vasconcelos. A responsável, que falava a cerimónia oficial da bênção e entrega dos diplomas aos alunos finalistas do ano letivo 2021-2022, acrescentou que os diplomados não devem ver a atribuição de uma licenciatura como limitativa do exercício de uma profissão na área específica da formação que se teve. 

«Um diploma não restringe a liberdade de escolha [de uma carreira profissional] numa outra área, porque a Universidade Católica Portuguesa ministra «uma formação abrangente» que «dá aos alunos as ferramentas» que lhes permitem exercer uma profissão em diversas áreas da atividade económica.

Isabel Vasconcelos destacou também o trabalho que é desenvolvido a UCP/Braga, que está orientado «para a formação de profissionais competentes, mas também capazes de agir em prol do bem comum». Um trabalho que a dirigente da UCP vincou ser realizado «numa atitude de consciência cívica e ética» e na convicção de que «quem é formado na UCP deve assumir-se como protagonista do bem comum».





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