Fotografia: Nuno Gonçalves

Escola de Engenharia da UMinho quer mais autonomia e meios para o futuro

Aniversário marcado por desafios para a próxima década.

Rui de Lemos
7 Out 2022

A sessão comemorativa dos 47 anos da Escola de Engenharia da Universidade do Minho (UMinho), ontem, em Guimarães, ficou marcada pelos desafios estratégicos para a próxima década. O presidente Pedro Arezes pediu mais meios e autonomia para superar questões críticas que travam e dificultam a ação da maior escola da academia minhota. A Escola de Engenharia da UMinho (EEUM) foi fundada em 1975. É a maior Escola da UMinho, com nove departamentos e nove centros de investigação. Mas continua a deparar-se com «questões críticas» por resolver como a «necessidade de um plano de rejuvenescimento da estrutura de recursos humanos», desde docentes a técnicos administrativos e de gestão, «a necessidade de um regulamento orgânico», que permita «níveis de decisão intermédios e locais», além da «necessidade de agilização dos processos administrativos e de capacidade de decisão em tempo útil» sobretudo para a coordenação dos 17 projetos do PRR, que em conjunto totalizam um valor superior a 40 milhões de euros.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho] 





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