Fotografia: DM

Restauro de pintura do século XVII permite «reavivar a consciência» sobre Santo Adrião

A paróquia de Santo Adrião tem vindo a dedicar-se ao restauro e conservação do seu património.

Rita Cunha
11 Set 2022

A paróquia de Santo Adrião comemorou as festividades do seu patrono com o restauro de uma pintura do século XVII, a qual foi dada a conhecer aos fiéis. Este restauro junta-se, agora, a outros que a paróquia tem feito ao seu património, nomeadamente a imagens de santos, evitando que se degradem e percam no tempo.

Em declarações ao Diário do Minho, hoje, momentos antes da celebração da eucaristia da festa na igreja paroquial, o padre Domingos Oliveira explicou que o trabalho de conservação e restauro ficou a cargo do conservador-restaurador Luís Marques, da freguesia de Gualtar.

O autor do quadro, guardado na sacristia da capela há cerca de 300 anos e em estado de degradação, é desconhecido. Esta recuperação permitiu perceber elementos que estavam escondidos, como por exemplo a mão sobre o peito de Santa Natália. «Não se percebia de onde vinha aquela mão e depois é que se percebeu que faltava a mão de Santo Adrião e que as relíquias eram uma forma também de ser guardada a memória dos mártires», explicou, considerando que, desta forma, não só se «reaviva o património mas também a catequese que ele nos transmite».

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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