Fotografia: PVS

Malmö, cultura, história, bicicletas, mar e… muito mais

Adeptos do SC Braga encantados com a cidade sueca.

Pedro Vieira da Silva (em Malmö, na Suécia)
9 Set 2022

Muitos adeptos do SC Braga aproveitaram a manhã de ontem para conhecer a belíssima cidade de Malmö, banhada pelo Mar Báltico, fundada no século XII e que pertenceu à Dinamarca até 1658. Aliás, Copenhaga fica ali bem pertinho – a separá-las o estreito de Öresund – e alguns também deram um “saltinho” à capital dinamarquesa. E, do lado de cá do canal, na terceira maior cidade da Suécia, dominam… as bicicletas.

A ponte que liga Malmö a Copenhaga é, por si só, um assombro da engenharia moderna. Inaugurada em Junho de 2000 pelos herdeiros da coroa dos dois países que se encontraram exactamente no meio da ponte.
Para chegar ao outro lado, muitos adeptos braguistas utilizaram o comboio – a viagem custa cerca de 130 coroas suecas (12,14 euros) – mas muitos ficaram em Malmö, onde o SC Braga se estreou nas provas da UEFA em 2022/2023.

Obrigatório a passagem junto à torre Turning Torso (um dos edifícios mais ousados da Suécia, inspirado na obra Santiago Calatrava, tem uma zona residencial de 54 andares), a visita ao Castelo Malmöhus (uma fortaleza construída em meados do século XVI, sendo o mais antigo castelo renascentista preservado na Escandinávia, rodeada por um fosso medieval), os parques Kungsparken e Slottsträdgården e, na Cidade Velha (Gamla Staden), as praças Stortorget e Lilla Torg e, ainda, a Igreja de São Pedro, o edifício mais antigo de Malmö, um templo gótico do século XIV (no interior destacam-se os tectos, onde se podem ver algumas das melhores pinturas medievais da Escandinávia) e o Museu Moderna.

A cidade é vibrante e, ontem, para além de muitos portugueses, devidamente equipados com as cores do SC Braga, era visível que Malmö é visitado por turistas de várias latitudes, sendo a cidade sueca palco de vários eventos internacionais.

E, em qualquer um destes locais, pode ver-se que as estradas são dominadas por bicicletas. As trotinetes também pululam por ali, destacando-se o facto de, nas zonas mais movimentadas, ser proibido circular neste meio de transporte a uma velocidade superior… a oito quilómetros.

E, antes do jogo, a maioria dos adeptos do SC Braga, depois de experimentar um dos pratos típicos da região – sim, as almôndegas estão entre os favoritos… –, aqueceu a alma” com uma cervejinha mas outros decidiram aproveitar e experenciar uma das maiores tradições culturais, a Fika.

Este é o momento do dia em que os suecos se reúnem, perto do final da tarde, para beberem um chá, um café e um doce. Uma espécie de “Tea Time” em versão sueca. Está… aprovado.





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