Fotografia: Braga Cultura

Festival Noroeste faz renascer laços culturais com a Galiza

Evento decorre até amanhã, na avenida central.

Diana Carvalho
26 Ago 2022

Recordar e manter vivos os laços do noroeste peninsular, através de uma fusão do tradicional com o contemporâneo. É este o mote para a segunda edição do Noroeste – Festival de Música, que decorre até amanhã, na Avenida Central. O certame iniciou ontem, com uma noite dedicada à terra. Os primeiros a atuar, pelas 21h30, foram os Origem Tradicional, um dos grupos mais antigos da cidade no que toca à música e folk tradicional. Seguiram-se os Canto d’Aqui, também dedicados à música tradicional e popular portuguesa, às 22h30. Ao som dos cavaquinhos, violas braguesas, bandolins e guitarras, o membro fundador do conjunto Casimiro Pereira reconhe neste tipo de eventos «toda a importância». «Dão-se a mostrar os grupos de Braga, que são sobejamente conhecidos, mas as pessoas não lhes dão o valor que achamos que deviam ter», sublinha. Daniel Pereira Cristo, da organização do festival, frisa também a importância de recordar estas raízes culturais. «É um aspeto muito importante para ser divulgado, porque cada vez mais vemos, por exemplo, o fenómeno dos Coldplay, em que vai toda a gente atrás e, às vezes, esquecem-se das coisas que nos identificam e que realmente são fundamentais na nossa existência, na nossa maneira de ser e que têm tanto a ver connosco», comenta.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]
 





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