Fotografia: DR

Falta de transportes agrava a vida das famílias e atrasa progresso no Cávado e Ave

O CEO da Transdev afirma que o Cávado e o Ave têm menos 70 de oferta de transporte público do que a Grande Lisboa. Trata-se de uma realidade que Sérgio
Azinheiro Soares considera injusta e penalizadora para as famílias e que trava a criação de riqueza na região.

Joaquim Martins Fernandes
26 Ago 2022

 

 

Diário do Minho (DM) – A Transdev é um dos principais operadores de transportes públicos no distrito de Braga. Como vê a progressiva redução da oferta em boa parte dos concelhos da região?

Sérgio Azinheiro Soares (SAS) – A redução da oferta é muitíssimo prejudicial aos objetivos da sociedade em termos de combate às alterações climáticas e é também uma medida profundamente injusta do ponto de vista social. Felizmente, as autoridades estão hoje disso conscientes e o que estão progressivamente a procurar é um reforço da oferta, um aumento da frequência e dos serviços noturnos, também a oferta aos fins de semana e fora do período escolar. Paradoxalmente, este aumento da oferta torna as operações mais eficientes e, logo, mais baratas unitariamente. Acreditamos e apoiamos este movimento de reforço da oferta que vai trazer parte dos 85% da população que hoje não usa transporte público na região a passar a fazê-lo e, assim, contribuir para todos os benefícios diretos e indiretos que daí advêm.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]
 





Notícias relacionadas


Scroll Up