Fotografia: DR

Setor dos casamentos «na máxima força» mas «ainda não é suficiente» para fazer “esquecer” a pandemia

Muitos casais preferiram esperar pelo fim das restrições para realizarem o seu casamento.

Rita Cunha
21 Ago 2022

Depois de dois anos atípicos, em especial o de 2020, em que o mundo praticamente parou, o setor dos casamentos, um dos mais afetados pela pandemia de covid-19 e por todas as restrições a ela associadas, está agora a «trabalhar na sua máxima força», sem qualquer limitação.

Às reservas que já seriam expectáveis para esta altura do ano, juntam-se todas aquelas que foram sendo adiadas em 2020 e 2021, pelo que este crescimento era previsível mal a situação retomasse a normalidade. Ainda assim, o setor considera que este crescimento não é suficiente para fazer esquecer as enormes dificuldades sentidas, acrescendo, agora, a inflação que provoca um aumento das matérias-primas.

«O setor está em força. Temos as agendas muito preenchidas sobretudo aos fins de semana e em agosto é todos os dias, muito devido aos dois últimos anos. Mas se formos a fazer as contas, estamos ainda a trabalhar os mercados de 2020 e 2021 e, se juntarmos os três anos – 2020, 2021 e 2022 -, este acaba por ser um ano normal», explicou ao Diário do Minho Jorge Ferreira, da Best Events, empresa responsável pela organização de diversas feiras nacionais e internacionais, com destaque, em Braga, para a Braga Noivos.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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