Fotografia: Santuário S Bento da Porta Aberta

Cristãos devem construir futuro melhor com os refugiados e os migrantes

Desafio foi deixado ontem pelo presidente da Irmandade de São Bento da Porta Aberta na grande peregrinação de agosto.

Joaquim Martins Fernandes
14 Ago 2022

O presidente da Irmandade de São Bento da Porta Aberta, cónego Roberto Rosmaninho Mariz, defendeu ontem a necessidade da integração comunitária dos refugiados e migrantes e apontou o simbolismo do Santuário de São Bento como um exemplo do que deve ser «a porta aberta para recebermos bem» aqueles que escolhem o nosso país para fugir da guerra ou encontrar melhores condições de vida.

«É preciso saber viver de portas abertas aos refugiados e migrantes, porque somos todos peregrinos de Deus», sublinhou Roberto Rosmaninho Mariz. O sacerdote falava na homilia da eucaristia solene em honra de São Bento da Porta Aberta, que foi celebrada ontem na Cripta do Santuário, no âmbito do programa da 3.ª Grande Romaria ao Santuário do Arciprestado de Terras de Bouro e que teve os emigrantes como público privilegiado.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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