Fotografia: DR

Ex-aluna da UMinho cria pulseira que “engana” mosquitos

São prevenidas picadas associadas a doenças como malária, dengue ou zika.

Redação
9 Ago 2022

Uma ex-aluna da Universidade do Minho (UMinho) criou uma pulseira odorífera «que leva os mosquitos a julgar que os humanos são plantas», prevenindo assim picadas associadas a doenças como malária, dengue ou zika, foi ontem anunciado. Em comunicado, a UMinho refere que aquela tecnologia, chamada X-OCR e desenvolvida ao longo de cinco anos, está a ser alvo de patente e foi agora testada com 98% de sucesso em 300 pessoas no Brasil, prevendo- -se para breve novo teste no Burkina Faso, com aval da Organização Mundial de Saúde. A pulseira é produzida em Vila Verde, distrito de Braga, e começou a ser vendida este mês, em seis cores, em style-out. com e em farmácias do sul do país, mas o foco principal está nas regiões tropicais e subtropicais. «Podemos ajudar a diminuir a mortalidade destas doenças e, quiçá, a erradicar a propagação, além de permitir poupanças aos sistemas nacionais de saúde», admite, citada no documento, a investigadora Filipa Fernandes, autora da pulseira.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]
 





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