Fotografia: DR

Pandemia acelerou produção de conhecimento e mostrou importância de uma ciência aberta

Cerca de 800 mil publicações feitas nos anos de 2020 e 2021 sobre a covid-19.

Rita Cunha
26 Jul 2022

A importância de uma ciência aberta, de partilha de conhecimento sem fronteiras, ficou patente com a pandemia de covid-19. Só em 2020 houve o registo de cerca de 300 mil publicações sobre a doença, um número que subiu para meio milhão em 2021.

De acordo com a presidente da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), «a ciência aberta permite a partilha de conhecimento entre a comunidade científica, a sociedade e as empresas, ampliando o reconhecimento social e económico das ciências». No caso concreto da pandemia que atingiu o mundo em 2020, «foi a partilha de ideias que acelerou a produção e transformação de conhecimento para o combate à doença».

«O mundo sentiu a importância da partilha e da abertura da ciência nesse período», disse Madalena Alves, sublinhando que «a ciência aberta é mais do que a disponibilização em acesso aberto de dados e publicações. «É uma mudança de paradigma de comunicação e publicação. É a abertura do processo científico enquanto um todo, com processos de investigação colaborativos e reforçando o conceito de responsabilidade social e científica», referiu hoje, na Universidade do Minho, na sessão de abertura do 7.º ciclo de conferências no âmbito dos 25 anos da FCT e que convida a refletir sobre o futuro da ciência em Portugal e na Europa.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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