Fotografia: Avelino Lima

Arquidiocese de Braga vai celebrar em 2024 centenário do 1.º Congresso Eucarístico Nacional

D. José Cordeiro presidiu pela primeira vez à solenidade do Corpo de Deus como Arcebispo de Braga.

Jorge Oliveira
16 Jun 2022

O Arcebispo de Braga anunciou, na Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, que a Arquidiocese irá comemorar em 2024 o centenário do primeiro Congresso Eucarístico Nacional, que se realizou em Braga com a presença de milhares de fiéis.

Uma efeméride que servirá também para dar novo impulso à cultura eucarística, como pede o Papa Francisco.

«O Papa Francisco impele a Igreja para uma cultura eucarística, onde se evidenciam as atitudes da comunhão, do serviço, da misericórdia, “capaz de inspirar os homens e as mulheres de boa vontade nos âmbitos da caridade, da solidariedade, da paz, da família, do cuidado da criação”», disse D. José Cordeiro, na Eucaristia da Solenidade do Corpo de Deus, a primeira a que presidiu como Arcebispo de Braga.

Este primeiro congresso eucarístico nacional decorreu de 2 a 6 de Julho de 1924 com celebrações na Sé de Braga e no santuário do Sameiro (missa campal).

Desde esse ano realizaram-se no país quatro congressos eucarísticos nacionais, dos quais três na Arquidiocese de Braga e um no santuário de Fátima (de 10 a 12 de junho de 2016).

Os outros dois congressos em Braga celebraram-se em 1974 (de 7 a 13 de junho) e em 1999 (3 a 6 de junho).

«Braga é um grande referencial da cultura eucarística: congressos eucarísticos, Lausperene, celebração, adoração, santidade de muitos Arcebispos, Presbíteros, Diáconos, Pessoas consagradas, Leigos e Leigas», salientou o Arcebispo.

O prelado lembrou que no primeiro Congresso Eucarístico Nacional, em Braga, participaram algumas pessoas que difundiram o seu testemunho de fé na Arquidiocese e são hoje modelo para os cristãos, pela forma como viveram e pelas obras que realizaram. 

«Cruzaram-se muitas vidas de santidade, entre as quais três arquidiocesanos cujos processos de canonização estão em curso: Beata Alexandrina Costa, Frei Bernardo de Vasconcelos, OBS, e Padre Abílio Correia», destacou o prelado.

 

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]

 





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