Fotografia: Avelino Lima

Praia Fluvial de Adaúfe foi a primeira a hastear Bandeira Azul em todo o país

Rio destaca o reconhecimento do «mérito e da qualidade» do espaço, que considera ser «um dos melhores a nível nacional».

Rita Cunha
14 Jun 2022

A Praia Fluvial de Adaúfe ostenta, desde hoje, a Bandeira Azul, a sétima consecutiva. Este foi o local escolhido pela ABAE (Associação Bandeira Azul da Europa) para a cerimónia do Hastear Nacional da 1.ª Bandeira Azul 2022 de praia de interior, o que, para Ricardo Rio, é o «reconhecimento do mérito e da qualidade» desta praia, «uma das melhores a nível nacional» .

À margem da cerimónia, o presidente da Câmara Municipal de Braga lembrou os «muitos melhoramentos» feitos no espaço ao longo dos anos, e que rondaram os 200 mil euros, passando desde a criação de um novo bar até à zona de fitness, instalação de churrasqueiras e equipamentos náuticos, nova iluminação e até mesmo a instalação de uma cadeira de rodas anfíbia ou remodelação de casas de banho.

Na mesma ótica, o vereador do Ambiente lembrou que o objetivo da autarquia sempre foi fazer da Praia Fluvial de Adaúfe «um modelo» e alargar a outras praias. Aliás, a criação de uma rede de praias fluviais com bandeira Azul faz parte dos propósitos. Neste momento, Braga dispõe de mais uma para além de Adaúfe, que é a de Ponte do Bico. A ideia é obter a distinção em mais três: a de Merelim (que ainda não tem bandeira azul devido e a um problema detetado na qualidade da água, pelo terá de aguardar pelo próximo ano para voltar a candidatar-se), as de Navarra e Cavadinho.

Segundo Ricardo Rio, estas duas últimas praias «estão em obras», tendo havido «alguns constrangimentos no processo de execução», num dos casos «com questões de natureza urbanística relacionadas com os terrenos adjacentes», mas são «questões ultrapassadas», pelo que «as obras irão seguir o seu curso e, no próximo ano, estarão seguramente a funcionar em pleno», enquanto praias balneares.

A Praia Fluvial de Adaúfe vai integrar a Ecovia do Cávado, que vai ligar os concelhos de Esposende e Terras de Bouro, passando por outras localidades, entre elas Braga. Neste momento, e de acordo com informações disponibilizadas pelo edil bracarense, os projetos estão a ser elaborados por cada município «por troços» em função da homogeneidade de algumas zonas face a outras». Estão, ainda, a ser feitos contactos com os proprietários de alguns terrenos de modo a que sejam negociadas cedências que permitam implementar o projeto. «Espero que em 2023 já possamos ter alguns troços da ecovia disponíveis para a população», disse.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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