Fotografia: Avelino Lima

Barbosa considera que Melo e Luís Montenegro podem redefinir o espaço político nacional

Pedro Sousa aponta espaço à direita do CDS como o «espectro natural» a que o partido deve voltar.

Joaquim Martins Fernandes
2 Jun 2022

A nova realidade política que Portugal vive, com a emergência de partidos como a Iniciativa Liberal e o CHEGA, colocam novas exigências aos partidos clássicos com maior representatividade na Assembleia da República. Essa é a visão do comentador do “Trio de Quatro”, Joaquim Barbosa, que não esconde que também o seu partido tem de encontrar respostas para os novos desafios da política nacional.

«Isto não afetou só o CDS. Afetou, de alguma maneira, o Partido Social Democrata. O facto de o PSD se ter recolocado ao centro – mais até à esquerda do que ao centro -, foi um problema», disse Joaquim Barbosa, deixando claro que esse posicionamento colidiu com a posição histórica do partido, que é de centro-direita. «Nunca o PSD se preocupou com o facto de estar ao centro ou estar à direita. Nunca a política governativa, quando o partido foi governo, foi fator de discussão ideológica. Mas quando essa discussão se colocou [com o surgimento de novos partidos], aconteceu que as franjas do eleitorado que não se identificavam com esse posicionamento político passaram para o outro lado», afirmou o social-democrata, manifestando a convicção de que o processo poder ser revertido, até com as mudanças que Nuno Melo se propõe concretizar no seio do CDS.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





Notícias relacionadas


Scroll Up