Fotografia: Avelino Lima

Literacia e combate a desigualdades geográficas entre os desafios para um melhor acesso à saúde

Congresso nacional “Diálogos sobre pobreza” decorreu hoje na Escola de Medicina da Universidade do Minho.

Rita Cunha
28 Mai 2022

Os desafios para um melhor e mais equitativo acesso aos cuidados de saúde são vários e prendem-se, em traços gerais, com uma aposta na literacia em saúde e numa intervenção centrada na infância, no combate às desigualdades geográficas e estigmas ainda existentes, e na valorização do acesso aos cuidados, através de uma aposta em equipas multidisciplinares. Estas foram algumas das ideias defendidas na manhã de hoje, no congresso nacional “Diálogos sobre pobreza”, que se realizou na Escola de Medicina da Universidade do Minho reunindo um painel de profissionais ligados à área da saúde.

Numa mesa redonda, o bastonário da Ordem dos Médicos referiu que, embora hoje estejamos «muito agarrados à saúde», «tudo começa na educação». «Se há uma boa educação, a probabilidade de diminuição das desigualdades sociais é maior», disse.

Na sua intervenção, Miguel Guimarães deu nota que o acesso à saúde não é igual para todos uma vez que há desigualdades territoriais. «Temos hospitais, centros de saúde e farmácias pelo país todo. O problema é o tipo de cuidados de saúde que temos», disse, dando como exemplo o facto de ainda muitas pessoas não terem médico de família.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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