Fotografia: DM

D. José Cordeiro aponta assembleia sinodal como «momento decisivo» na Igreja de Braga

Arcebispo preconiza uma igreja «mais fraterna, mais humana e mais alegre».

Jorge Oliveira
28 Mai 2022

O Arcebispo de Braga disse hoje que a assembleia diocesana no próximo dia 14 de junho será um «momento decisivo» no processo sinodal da Arquidiocese.

Nesse dia, no Espaço Vita, a partir das 21h00, será apresentada e discutida a síntese dos contributos recebidos das paróquias, movimentos religiosos e outras instituições da Igreja para ser enviada para a Conferência Episcopal Portuguesa.

«Esse momento, no dia 14 de junho, será decisivo no nosso processo sinodal porque é o momento da partilha do processo acontecido nos grupos sinodais de toda Diocese», declarou D. José Cordeiro ao Diário do Minho, à margem da reunião do Conselho Pastoral Arquidiocesano, a primeira a que presidiu desde a sua tomada de posse.

O prelado referiu que os cristãos diocesanos não podem ficar num «muro de lamentações ou de louvores», mas devem caminhar a partir da realidade, «com o ouvido do coração», escutando primeiro o Espírito Santo e depois escutando-se uns aos outros procurando sempre ser «testemunhas do Evangelho».

«Nós somos construtores, chamados a ser artesãos (por isso é que dá mais trabalho e requer paciência) da paz e da reconciliação. O que se pretende é a Evangelização, uma Igreja em saída, uma Igreja aberta a todos, criar reconciliação e paz e não distâncias e divisões», precisou.

A caminhada sinodal na Arquidiocese foi o ponto central desta reunião do Conselho Pastoral, que teve lugar no Centro Pastoral da  Arquidiocese e na qual esteve também o bispo auxiliar, D. Nuno Almeida.

Aos cerca de meia centena de membros presentes, representantes de vários departamentos e comissões de pastoral, congregações, arciprestados, entre outros organismos, foram divulgados os tópicos mais comuns dos contributos que chegaram aos Serviços Centrais da Arquidiocese.

Os trabalhos iniciaram-se com uma reflexão de D. José Cordeiro, em que leu um dos número da Encíclica do Papa para ajudar a abrir «horizontes de esperança nos processos sinodais e samaritanos».

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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