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Festival Semibreve volta a Braga em outubro com Alva Noto e o regresso do ‘clubbing’

Até 15 de julho decorrem as candidaturas ao Edigma Semibreve Award.

Redação/Lusa
26 Mai 2022

O festival Semibreve volta a Braga em outubro, para a 12.ª edição, com um cartaz que inclui o compositor alemão Alva Noto e o regresso do programa de ‘clubbing’, após dois anos de pausa devido à pandemia da covid-19.

Num comunicado hoje divulgado, a organização daquele festival de música eletrónica e arte digital, que decorre entre 27 e 30 de outubro, destaca o regresso do ‘clubbing’ como “a grande novidade” desta edição.

“As noites do festival dedicadas à ‘club music’ vão contar com Jana Rush, veterana norte-americana do ‘footwork’ de Chicago, Gábor Lázar, produtor húngaro e um dos mais interessantes nos dias que correm, que apresentará um espetáculo audiovisual baseado na música do disco ‘Boundary Object’ (Planet Mu, 2020), a produtora portuguesa BLEID e ainda uma noite especial dedicada à internacionalmente aclamada editora portuguesa Príncipe Discos, que, na celebração dos seus 10 anos de existência, apresentará ‘live acts’ e DJ sets por Xexa, DJ Marfox e DJ Kolt”, lê-se no comunicado.

Além disso, o 12.º Semibreve “contará com espetáculos de Alva Noto, Drumming GP com Burnt Friedman, Félicia Atkinson com Violeta Azevedo, Malcolm Pardon, Jan Jelinek e KMRU”.

O compositor alemão e artista visual Alva Noto, “conhecido também pelo seu trabalho colaborativo com o pianista japonês Ryuichi Sakamoto, apresentará o espetáculo audiovisual UNIEQAV”.

O grupo português de percurssão Drumming GP irá apresentar, em estreia mundial, o espetáculo Guiding Path, criado em colaboração com o “mago alemão de eletrónica” Burnt Friedman.

Mas há um outro encontro, em coprodução com o festival francês Maintenant, que “marca este primeiro conjunto de nomes para o festival Semibreve”: entre a artista visual, poeta e fundadora da editora Shelter Press Félicia Atkinsin, e a flautista e artista portuguesa, sediada em Berlim, Violeta Azevedo.

O compositor sueco Malcolm Pardon, metade dos Roll the Dice, apresenta ao vivo pela primeira vez “Hello Death”, álbum ao piano e eletrónica que marca a sua estreia a solo.

O produtor alemão de música eletrónica Jan Jelinek (também conhecido como Farben, Gramm e The Exposures) vai apresentar no Semibreve “um espetáculo especial em sistema de quadrifonia”.

Já o artista sonoro e músico ambiental experimental Joseph Kamaru (KMRU) vai apresentar no festival a música que cria para os seus vários projetos.

A organização lembra que, até 15 de julho, decorrem as candidaturas ao Edigma Semibreve Award, “prémio internacional que visa premiar e estimular a criação artística no domínio da intersecção entre arte e tecnologia”.

A proposta vencedora receberá um prémio de 2.500 euros e apresentará o trabalho no festival.

Além dos espetáculos, o programa do Semibreve inclui instalações, conversas e ‘workshops’, num programa que decorrerá em vários locais de Braga.

Os passes para a 12.ª edição do Semibreve podem ser adquiridos em www.festivalsemibreve.com, “com um número limitado de passes-gerais disponíveis a um preço reduzido”.

O resto do cartaz será revelado “nos próximos meses, assim como a programação por dias e locais”.





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