Fotografia: DR

CERCI Braga” ComVida” a visitar o Museu dos Biscaínhos

A exposição fotográfica “Mártires em nome fé…” do conceituado fotógrafo bracarense Hugo Delgado e a projeção da vídeo-dança que recria a história e especificidade do Museu dos Biscaínhos estarão em exibição até dia 22 maio.

Pedro Vieira da Silva
19 Mai 2022

O «projeto Museu CoMVida visou a promoção de competências artísticas nas pessoas com deficiência intelectual e gerar oportunidades de acesso à cultura», destaca, em nota enviada às redações, a Cerci Braga, recordando que, ontem, da 18, se celebrou o Dia Internacional dos Museus, que foi comemorado com uma atuação «do grupo de dança inclusiva da CERCI Braga nos jardins do Museu dos Biscaínhos».

No âmbito da celebração do Dia internacional dos Museus, a diretora do Museu dos Biscaínhos, Isabel Cunha e Silva, ressalva que «ao incluir na programação este projeto, queremos mostrar que os museus são espaços de inclusão social, de aprendizagem, de partilha de emoções, conhecimentos e sentimentos. Onde a esperança é lançada… aguardam-se mudanças para criação de novas histórias».

A exposição fotográfica “Mártires em nome fé…” do conceituado fotógrafo bracarense Hugo Delgado e a projeção da vídeo-dança que recria a história e especificidade do Museu dos Biscaínhos estarão em exibição até dia 22 maio.

O projeto Museu CoMVida «implicou a criação de uma instalação artística que envolveu diferentes áreas, nomeadamente, movimento/dança, fotografia e exploração de sons, num espaço de referência na cidade de Braga, o Museu dos Biscainhos. Este Museu fundado no século XVII retrata os costumes e tradições de uma época distante mas que desperta a curiosidade dos locais, tanto pela sua beleza como pela sua história», junta a nota.

Segundo Tânia Crista, diretora técnica do CACI da CERCI Braga, o objetivo deste projeto, «passou por promover a cultura, conciliando a necessidade de se dar às pessoas com deficiência um maior acesso à mesma, especialmente, porque é um veículo de inclusão por excelência. Potenciador de diversos benefícios a nível físico, mental, psicológico e social. Através do Museu CoMVida queremos levar mais as pessoas com deficiência aos museus , para um processo de exploração da história do espaço, da sua arquitectura, … o sentir das obras do passado e acrescentando um cunho contemporâneo através da fusão com a dança, fotografia e a música onde emergiram novas narrativas, performances artísticas.»





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