Fotografia: DM

Escola de Famílias despertou interesse e ficou temas cruciais

Encontro Mundial de Famílias é o próximo desafio

Carla Esteves
8 Mai 2022

Terminou, hoje, com um balanço muito positivo a edição 2022 da Escola de Famílias, que nesta 5.ªa sessão teve como tema principal “O Ninho Vazio”, abordando os variadíssimos aspetos que constroem a vida familiar em transformação, as várias fases de mudança, a saída dos filhos de casa, o luto e outras situações que causam um profundo impacto na vida familiar.

Segundo Amândio e Rosa Cruz, coordenadores do Departamento Arquidiocesano para a Pastoral Familiar «o balanço desta edição é muito positivo, dado o interesse dos temas abordados, como tem acontecido, aliás, com as várias temáticas que temos abordado desde que a Escola de Famílias começou».

«As temáticas têm sido muito bem acolhidas e o facto das sessões decorrerem em formato híbrido, presencial e online, tem permitido que sejam vistas e partilhadas por muito mais pessoas», contou Rosa Cruz.

Dado o resultado positivo desta iniciativa o objetivo do Departamento para a Pastoral familiar  é que este formato híbrido possa continuar, chegando assim a cada vez mais pessoas.

Além da transmissão, os  contributos que surgem destas sessão ficam de imediato disponíveis no Departamento  Arquidiocesano para a Pastoral Familiar, bem como nas redes sociais.

«Achamos que são temáticas que podem servir  em qualquer momento para orientação», afirmou Amândio Cruz.

Rosa Cruz salientou também o caráter testemunhal da edição, que permitiu que os resultados fossem ainda mais positivos, poi conseguiu tocar mais as pessoas, fazendo com que se identiquem.

Com o tema de ontem “O Ninho Vazio”, o objetivo do Departamento foi tocar nas fragilidades familiares que surgem quando o s filhos partem, e que frequentemente motivam uma crise no casal.

«O casal precisa de se preparar para este momento em que os filhos vão para a universidade, ou casam, ou vão trabalhar para fora. Até porque ao longo de anos os  pais organizam toda a agenda em função dos filhos, mas é preciso investir muito na relação do casal, até porque um dia, ficarão os dois outra vez», argumentam.

Outro dos assuntos ontem abordados foi a viuvez e o luto, que obrigam  a outro tipo de preparação para esta realidade.

Ontem, os convidados foram Suzana Mendes Gonçalves e o casal Emília e Jorge Peixoto, que partilharam as suas experiências.

«O que pretendemos apresentar é uma ajuda através destes testemunhos», afirmaram, adiantando que «a Escola é a escola da vida e a esta iniciativa é para continuar».

Os temas do próximo ano ainda não foram trabalhados, mas já é certo que serão preparadas mais cinco sessões desta Escola.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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