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Bacias do Barlavento e Lima continuam com quantidade de água muito abaixo da média

As médias de armazenamento para o mês de abril são nas bacias do Barlavento e do Lima de 78,5% e de 76,1%, respetivamente

Redação/ Lusa
4 Mai 2022

As bacias do Barlavento, com 15,4%, e do Lima, com 19%, eram as que mantinham no final de abril a menor quantidade de água armazenada em Portugal continental, segundo dados do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH).

As médias de armazenamento para o mês de abril são nas bacias do Barlavento e do Lima de 78,5% e de 76,1%, respetivamente.

Estas duas bacias apresentam menor quantidade de água pelo menos desde o final do ano passado.

De acordo com os dados, no final de abril estavam também com menor disponibilidade de água as bacias do Mira (40,4%), Cávado (44,9%), Ave (45,3%), Arade (51%), Sado (55,2%) e Douro (57,1%). Estas bacias desceram todas relativamente ao mês anterior.

Já as bacias do Oeste (59,7%), Tejo (59,8%), Guadiana (74,7% e Mondego (91,7%) tinham os níveis mais altos de armazenamento no final de abril.

Doze das 60 albufeiras monitorizadas tinham, no final de abril, disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total, enquanto nove apresentavam valores inferiores a 40%, segundo o SNIRH.

No último dia do mês de abril e comparativamente ao mês anterior verificou-se um aumento do volume armazenado em oito bacias hidrográficas e uma descida em quatro.

Os armazenamentos de abril de 2022 por bacia hidrográfica apresentam-se inferiores às médias de armazenamento de abril (1990/91 a 2020/21), exceto para a bacia do Mondego.

A cada bacia hidrográfica pode corresponder mais do que uma albufeira.





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