Fotografia: DM

Recolhimento das Convertidas inspira construção de uma sociedade solidária

Os 300 anos do Recolhimento das Convertidas, obra icónica da cidade de Braga, foram, ontem, assinalados com um dia de festa, que teve como ponto alto a eucaristia celebrada por D. José Cordeiro. Na cerimónia marcaram presença autoridades eclesiásticas e civis.

Carla Esteves
24 Abr 2022

O Arcebispo de Braga, D. José Cordeiro, afirmou, hoje, que o Recolhimento das Convertidas «faz-nos sentir o dever de continuar no mesmo espírito» de solidariedade e de «construção do bem comum» para o qual foi construído. O Prelado presidiu à celebração da eucaristia comemorativa dos 300 anos do Recolhimento, que decorreu na Capela do edifício, que voltou a encher-se para festejar mais um século de vida de um dos locais mais queridos dos bracarenses.

Recordando a origem e missão do Recolhimento das Convertidas, obra que nasceu do espírito de solidariedade do Arcebispo Dom Rodrigo de Moura Teles, o Arcebispo Primaz afirmou que o Recolhimento perpetua essse convite à construção de uma sociedade melhor, e à «permanente construção do bem».

D. José Cordeiro lembrou que a obra das Convertidas se deve precisamente à ação de um seu antecessor que apoiou  «estas Convertidas, que  passaram por Histórias de vida complicadas, e foram mulheres sujeitas a abusos e violações».

«Hoje podemos faze-lo de outros modos, mas, felizmente, ainda há pessoas ocupadas na construção do bem comum», sustentou o Prelado, convidando os presentes a dar continuidade a estas causas e a ter disponibilidade para cuidar dos outros, em especial dos que mais precisam».

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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