Fotografia: DM

Comemorações dos 48 anos do 25 de Abril são centradas na saúde e nos direitos laborais

Várias instituições e entidades das diversas áreas de atividade dão corpo a programa com duas dezenas de realizações

Joaquim Martins Fernandes
5 Abr 2022

As comemorações dos 48 anos do 25 de Abril vão ser centradas nas questões da saúde, dos salários e da contratação coletiva.

O programa apresentado hoje pela União dos Sindicato de Braga (USB) concentram o grosso das atividades e o emblemático desfile do Dia da Liberdade na cidade de Braga, mas integram a cidade de Guimarães no vasto leque das atividades a realizar até ao dia 28 de abril.

«A revolução de Abril pôs fim aos anos de ditadura, abrindo as portas para o progresso e a conquistas e avanços civilizacionais nas mais variadas áreas como a saúde, educação, segurança social, cultural, igualdade, direitos laborais, direito à habitação, direito à associação e liberdade de expressa», sublinhou ontem Raquel Gallego.

A dirigente da USB acrescentou que «nos últimos tempos, temos assistido a restrições como o recolher obrigatório, proibição de ajuntamentos, proibição de greve, ataques à liberdade sindical, aos direitos laborais e até à liberdade de expressão», notando que «estes acontecimentos tornam mais importante do que nunca recordar a história do nosso povo» e «explicar o fascismo às gerações que nasceram em liberdade», até porque «é fundamental recordar como a força da união pode vencer as batalhas mais impossíveis».

O jornal Diário do Minho é parceiro do concurso de desenho que, no passado dia 3 der abril, iniciou o ciclo das comemorações dos 48 anos da “revolução dos cravos”.

Este ano, a União dos Sindicatos de Braga vai também destacar o papel da Igreja na consolidação da dignificação do trabalho, chamando para o debate histórico Deolinda Machado. A investigadora que tem destacado o papel decisivo das organizações católicas na “erradicação” do trabalho infantil em Portugal, tem também a missão de clarificar o contributo da dourtina social da Igreja para a conquista de direitos laborais e sociais no pós-25 de Abril.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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