Fotografia: DR

BRT começa a circular em Braga antes do final do mandato de Ricardo Rio

Previsão foi avançada pelo autarca bracarense durante a reunião de Câmara de Braga

Carla Esteves
4 Abr 2022

O Bus Rapid Transit (BRT) começará a circular em Braga ainda antes do final de 2024 ou inícios de 2025. A previsão foi, hoje de manhã, avançada pelo autarca bracarense durante a reunião de Câmara, tendo Ricardo Rio acrescentado ter já indicações que o Portugal 2030, que cofinanciará o projeto, consignou para o efeito uma verba de 100 milhões de euros.

«Estamos a cumprir todas as etapas necessárias para que assim aconteça, com estudos técnicos, que estão a ser realizados, de diversa natureza, coordenados com os TUB, com entidades externas, e com os próprios serviços municipais. Temos já indicação de que o Portugal 2030 terá uma verba consignada de 100 milhões de euros para o BRT de Braga, ao qual Braga se vai candidatar e poderá assim usufruir desses recursos, e depois é uma questão de implantação do projeto», afirmou Rio, acrescentando que «até finais de 2024/25 teremos, naturalmente, o BRT em circulação na cidade».

Incrédulos, os vereadores do PS e da CDU não acreditam que o BRT possa vir a ser uma realidade em Braga ainda neste mandato, não apenas pelo andamento dos estudos técnicos, mas também porque ainda restam dúvidas quanto ao traçado e ao projeto e ainda é necessário.

«Neste mandanto, não acredito de todo», afirmou a  vereadora da CDU, Bárbara Barros, acrescentando que «o BRT é discutido em Braga desde 2013» , sendo o traçado e o projeto de implantação ainda provisórios.

Por seu turno, Hugo Pires criticou antes o facto de, em virtude do BRT, ter havido necessidade de anular a adjudicação de três empreitadas no domínio da mobilidade urbana e que implicavam a realização de investimentos na casa dos 2 milhões 257 mil 980 euros. A desistência das obras está diretamente relacionada com a criação de linhas dedicadas a auto- carros de circulação rápi- da, denomiados por “BRT – Bus Rapid Transit” ou “Metrobus”.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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