Fotografia: Avelino Lima

Cultura do encontro é a esperança para o mundo envolto em guerra

D. José Cordeiro proferiu o “Sermão do Encontro” em procissão que juntou milhares de fiéis em Guimarães

Joaquim Martins Fernandes
3 Abr 2022

O Arcebispo Primaz, D. José Cordeiro, apontou hoje «a cultura do encontro» como «a esperança» que abre novos horizontes a uma humanidade «desesperada» pela guerra que martiriza a nação ucraniana.

«No encontro cristão, que contemplamos no encontro de Nossa Senhora da Consolação com Jesus Cristo, a caminho para o Calvário, vemos a esperança para um mundo mergulhado numa guerra que aterroriza a humanidade e a impede de ver para lá da vida de todos os dias», disse D. José Cordeiro.

O Arcebispo de Braga falava no “Sermão do Encontro” que marcou a Procissão do Senhor dos Passos, promovida pela Real Irmanadade de Nossa Senhora da Consolação e dos Santos Passos e que levou às ruas da cidade de Guimarães milhares de fiéis.

Denunciando «o sofrimento de tantos refugiados» e «a morte de tantas pessoas por outras pessoas que se deveriam sentir como irmãos», o Prelado bracarense destacou que por detrás do «desespero» que causa quem mata «por causa de uma conquista de terra» abre-se ao homem uma janela de oportunidade.

«O encontro do coração da Mãe com o seu filho e o coração do Filho que encontra na Mãe a consolação para o seu sofrimento mostram-nos a plenitude da vida», sublinhou D. José Cordeiro.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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