Fotografia: DR

Primeiro grifo marcado com emissor GPS no Parque Nacional da Peneda-Gerês

Ave integra a rede de monitorização de ameaças para a fauna silvestre do projeto Sentinelas.

Redação
28 Mar 2022

Um grifo marcado com um emissor GPS no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) passou a integrar a rede de monitorização de ameaças para a fauna silvestre do projeto Sentinelas.

O Gyps fulvus, batizado de “Fronteira”, tinha sido encontrado debilitado por um criador de gado, que contactou o ICNF, tendo sido conduzido para o Centro de Recuperação de Fauna Selvagem do Gerês, onde foi feita a sua reabilitação em cerca de quatro meses.

No dia 24 de março foi devolvido à natureza, numa atividade organizada em conjunto pela Palombar – Conservação da Natureza e do Património Rural e pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) que decorreu junto a Castro Laboreiro, no concelho de Melgaço, em pleno PNPG.

Este é o primeiro grifo a ser marcado com dispositivo GPS no Parque Nacional. Foi anilhado e equipado com um emissor GPS-GSM e passou a integrar o projeto Sentinelas – Rede de Monitorização de Ameaças para a Fauna Silvestre da Palombar, financiado pelo Fundo Ambiental e desenvolvido em parceria com a Universidade de Oviedo, em Espanha.

Este evento pretendeu também sensibilizar a comunidade escolar para a importância de conservar e proteger as aves necrófagas, tendo contado com a participação de 15 alunos do 6.º ano da Escola Básica e Secundária de Melgaço – Agrupamento de Escolas de Melgaço e dois docentes. 

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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