Fotografia: Avelino Lima

Prémio do dstgroup e zet gallery desafia à criação de arte a partir de resíduos industriais

2.ª edição de “Arte em espaço público & sustentabilidade” com inscrições abertas até ao dia 5 de maio.

Rita Cunha
3 Mar 2022

Criar uma obra de arte para ser colocada no espaço público de Braga recorrendo a resíduos industriais provenientes do campus do dstgroup. Este é o desafio lançado pela empresa bracarense e a zet gallery, no âmbito da 2.ª edição do prémio “Arte em espaço público & sustentabilidade” e que, no ano passado, premiou a obra “Refúgio”, da autoria de Lorenzo Bordonaro, instalada no Parque de Guadalupe.

Nesta segunda edição, o repto volta a ser lançado com o propósito de democratizar o acesso à arte e incentivar a criação artística, tendo como preocupação de fundo o fomento da sustentabilidade através da economia circular. «A arte não é para estar nas galerias, não é elitista. É para as massas. Queremos tirar a arte dos guetos e acabar com uma certa visão de que esta é só para alguns, colocando-a em espaços públicos», explicou o presidente do conselho de administração do dstgroup e fundador da zet gallery.

José Teixeira, que falava hoje na apresentação deste prémio, considerou que «vivemos tempos conturbados, únicos, de experiências tipo Canal História» e que nos mostram que, «afinal, a história não terminou».

«O homem é capaz de ser uma besta ou um altruísta», disse, fazendo alusão à guerra na Ucrânia, sustentando que «as artes e o design terão um papel importante na reconstrução deste novo mundo de vida» na Europa e no resto do mundo. «Com este prémio queremos dar o nosso pequeno passo sinalizando o alinhamento com a construção desta nova Europa», vincou.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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