Fotografia: SC Braga

Carlos Carvalhal frisa importância dos treinadores terem tempo para trabalhar

SC Braga, quarto classificado, com 38 pontos, e Paços de Ferreira, 12.º, com 21, defrontam-se a partir das 15h30 de sábado, no Estádio Municipal de Braga, jogo que será arbitrado por Gustavo Correia, da AF Porto.

Pedro Vieira da Silva / Lusa
11 Fev 2022

Carlos Carvalhal mostrou, ontem, vontade de o Sporting de Braga vencer o Paços de Ferreira, no sábado, na 22.ª jornada da Liga de futebol, e frisou a importância de os treinadores “terem tempo para fazerem o seu trabalho”.

O presidente ‘arsenalista’, António Salvador, disse, em entrevista televisiva esta semana, estar dececionado pelo número de pontos alcançados pelo Sporting de Braga e Carlos Carvalhal concordou, trazendo à baila os treinadores e presidentes de FC Porto, Sporting e Benfica.

“Se perguntarem ao Sérgio Conceição ou ao Pinto da Costa, ao Rúben Amorim ou ao Frederico Varandas, ao Nélson Veríssimo ou ao Rui Costa, todos eles vão dizer que esperavam ter mais pontos e são as equipas que estão no topo. Todos nós esperávamos ter mais pontos”, disse.

O técnico deu os “parabéns” à seleção nacional de futsal, ao selecionador Jorge Braz e à Federação Portuguesa de Futebol pelo bicampeonato europeu conquistado nos Países Baixos, no último sábado, e, frisando não estar a enviar uma “indireta” a ninguém, nem a falar do seu caso pessoal, enalteceu o papel federativo na manutenção do treinador.

“É um bom exemplo de um trabalho em que se acredita na capacidade técnica dos treinadores. [O Jorge Braz] teve oito ou nove anos sem ganhar absolutamente nada e neste momento ganha competições internacionais, é campeão da Europa e do mundo”, frisou.

Para Carlos Carvalhal, “tem que haver tempo para os treinadores fazerem o seu trabalho: as equipas perdem mais vezes do que ganham, é preciso saber ganhar e ter a estabilidade quando não se ganha de saber se as coisas funcionam e se se deve dar sequência ou não”.

O técnico lembrou mesmo uma fase má do Sporting de Braga, com as eliminações da Taça da Liga pelo Boavista (5-1) e Taça de Portugal pelo Vizela (1-0).

“Estávamos muito limitados nessa altura, gostaria de ter tido mais opções do que as que tive, mas a confiança do presidente foi de extrema importância e um sintoma de maturidade do nosso presidente”, disse.





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