Fotografia: DM

Maioria dos jovens que ingressa formação no RC6 ambiciona seguir carreira militar

a taxa de desistência pós-formação é baixa, pelo menos no que diz respeito aos primeiros anos.

Rita Cunha
17 Ago 2021

Seguir carreira profissional dentro das Forças Armadas ou das Forças e Serviços de Segurança. Estes são os objetivos da esmagadora maioria dos jovens que ingressa os cursos de formação geral comum de praças do Exército no Regimento de Cavalaria N.º 6 (RC6). Só uma percentagem baixa desiste no final da formação, pelo menos nos primeiros anos após a sua conclusão, sendo que essas desistências se devem, sobretudo, ao facto de ficarem colocados em zonas afastadas de casa.

De acordo com o tenente de cavalaria Fábio Silva, existem sempre alguns casos de jovens que desistem no decorrer da formação – com a duração de três meses -, mas aqueles que a concluem com sucesso acabam por ficar na área. Segundo explicou ao DM, contrariamente ao que acontecia quando o serviço militar era obrigatório e até mesmo na fase de transição para o voluntário, em que muitos ingressavam só para experimentar e “crescer”, estes jovens vêm «com uma perspetiva de carreira a seguir».

«A maior parte deles – e cada vez mais – sabe o que quer. Temos indicadores que nos dizem que cada vez mais os jovens já vêm para aqui associados a uma perspetiva de carreira dento das Forças Armadas ou das Forças e Serviços de Segurança, como a GNR ou a PSP (…). A maior parte, logo à entrada, diz logo se quer entrar na Academia Militar do Exército ou nas Forças de Segurança. Têm os objetivos de vida muito bem definidos dentro desta área de formação», explicou, ontem, à margem do início de mais um curso de formação geral comum de praças do Exército no RC6.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





Notícias relacionadas


Scroll Up