Fotografia: DM

Corrida de carrinhos de rolamentos quer expandir-se e tornar-se uma referência na cidade

Os carrinhos começaram a descer a meio da tarde de ontem, perante o olhar de algumas pessoas, sobretudo moradores.

Rita Cunha
8 Ago 2021

Começou com 12 participantes, todos eles moradores do Bairro da Alegria, e ontem contou com 50 condutores de vários pontos do país e até mesmo da vizinha Espanha. Em cinco edições – só no ano passado não se realizou devido à pandemia de covid-19 -, a corrida de carrinhos de rolamentos do Bairro da Alegria tem vindo a crescer e a somar cada vez mais aficionados pela modalidade, o que deixa na organização – a associação de moradores – a ambição de expandir o evento na cidade e, quem sabe, na região ou no país.

Longe da afluência de outras edições, sem a habitual festa e com o devido distanciamento que ainda é necessário, os carrinhos de rolamentos voltaram a deslizar desde a sede dos Alegrienses até ao cruzamento da Avenida Antero de Quental, passando pelas ruas da Quinta da Armada e Fernando Oliveira Guimarães. Os passeios, bastante exíguos em algumas das artérias, contavam com vários expectadores, na sua maioria moradores do bairro que não quiseram perder o momento, apreciar as viaturas e dar ânimo aos participantes.

Este é um evento cujas raízes bairristas se têm vindo a expandir. Para o próximo ano, há já a expectativa de contar com um participante de França, o que deixa Sebastião Ribeiro, presidente da Associação de Moradores do Bairro da Alegria, bastante satisfeito e com vontade de elevar a corrida a um outro patamar.

«Queremos que isto faça parte do desporto tradicional e que o município faça alguma coisa por ele», disse, salientando que, nesta edição, quer a autarquia como a Junta de Freguesia de S. Victor são os principais patrocinadores. E é com a Câmara Municipal que a associação conta para, futuramente, tornar esta corrida de rolamentos uma referência na cidade, num espaço mais alargado e abrangendo mais participantes e público. Segundo Sebastião Ribeiro, há mesmo a possibilidade de a autarquia ser a principal entidade organizadora.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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