Fotografia: DM

Encontrarte Amares regressa com mais palcos e programação dedicada à celebração

Evento decorre de 19 a 24 de julho com a participação de nove artistas.

Jorge Oliveira
13 Jul 2021

O Encontrarte Amares está de regresso com uma edição descentralizada e adaptada à pandemia, cujo mote principal é a celebração à diversidade.

Durante 12 dias nove criadores das mais variadas linguagens artísticas, alguns deles de Amares, desenvolverão trabalhos em seis locais do concelho.

O Mosteiro de Santo André de Rendufe, o Santuário de Nossa Senhora da Abadia, o Solar das Bouças, a Aldeia do Urjal, a Pedreira do Monte de Nossa Senhora da Paz e a Delegação de Amares da Cruz Vermelha Portuguesa são os locais escolhidos para a 7.ª edição do Encontrarte Amares – Encontro de Artes Plásticas e Cinema de Animação Experimental, que decorrerá de 19 a 24 de julho com a participação de nove artistas.

São eles João Pais Filipe, Ruca Bourbon, José Rosinhas, Paulo Neves, Sarah Klimsch, Carlos Silva, Diogo Santos, Franscisco Barbosa e João Abel Mota.

«Estes são os espaços escolhidos para termos os artistas a pensar, a refletir a criar, a partir daquilo que é o património, evocando a paisagem, os cheiros, as cores para uma discussão poética sobre outras formas e caminhos coletivos», disse hoje na apresentação do evento o diretor artístico, Fernando Almeida.

Este ano, a organização reduziu a programação mas alargou para 12 dias a permanência dos artistas nos espaços de residência.

A programação foi apresentada em conferência de imprensa no Solar das Bouças com a presença do presidente do Clube Desportivo, Recreativo e Cultural Amarense – entidade organizadora – do presidente e vice-presidente da Câmara de Amares, do proprietário do Solar das Bouças e de dois artistas que estarão nesta edição, Francisco Barbosa, de Amares, e Ruca Bourbon, da Póvoa de Varzim.

Esta sétima edição, que será transmitida nos meios digitais, assenta em três palavras escolhidas a propósito da atual situação pandémica: “viver”, “criar” e “celebrar”.

A ideia é levar os artistas a refletir, a pensar sobre as condicionantes do tempo atual e como «continuar pertinente e atuante nesta nova realidade».

Neste ano atípico, condicionado pela pandemia, o evento surge adaptado na sua forma, mas «fiel ao seu propósito que é promover a reflexão, a partilha e atos de convergência», disse Paulo César Silva, presidente do CDRC Amarense, referindo que este «não é só um encontro de arte», é um encontro que «promove a celebração entre artistas e a comunidade», sendo essa a sua «magia» .

O presidente da câmara de Amares, Manuel Moreira, elogiou a organização pela escolha desta temática, referindo que as três palavras que a sustentam «são fundamentais» para os dias de hoje.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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