Fotografia: Jorge Oliveira

Feira do Livro é reconhecimento de Barcelos a setor «violentado» pela pandemia

Feira decorre até 11 de julho, na Avenida da Liberdade e Largo da Porta Nova, com 80 stands.

Jorge Oliveira
2 Jul 2021

A Feira do Livro de Barcelos está de regresso ao centro da cidade, depois do interregno do ano passado, devido à pandemia.

Na abertura da 38.ª edição da Feira do Livro, hoje, o presidente da Câmara Municipal de Barcelos referiu que a autarquia decidiu realizar esta edição em «condições muito excepcionais» como forma de reconhecimento da importância deste setor para a cultura e para a economia e também porque a situação epidemiológica neste momento no concelho não é tão preocupante como noutros pontos do país.

«Este foi um dos setores que sofreu muito com a pandemia, foi dos mais “violentados”, e este é um incentivo para estas pessoas que estão aqui na feira e também um incentivo no sentido da leitura», disse Miguel Costa Gomes.

O certame decorre até 11 de julho, na Avenida da Liberdade e no Largo da Porta Nova, com 80 stands, entre editoras, livreiros, distribuidores e alfarrabistas.

Apresentações e lançamentos de livros, momentos musicais, exposições e homenagens são as principais propostas desta edição, orçada em cerca de 95 mil euros, suportados na íntegra pelo município.

De entre as dezenas de iniciativas programas para os dez dias há o «risco» de interrupção de alguma, dependendo da evolução epidemiológica no país.

O escritor Luís Peixoto é o principal convidado desta edição. Aquele que é um dos autores contemporâneos mais lidos em Portugal irá apresentar em Barcelos o seus mais recente romance, “Almoço de Domingo”, dia 10, às 18h30.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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